A explicação do truque...
Vou, mas volto!
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Vinho do Porto com 155 anos
Uma notícia interessante sobre vinho...
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Os vinhedos da Presegueda, freguesia de Vilarinho dos Freires, deram origem a este fantástico Porto, contido em dois cascos, que mais tarde foi vendido por uma família, desta aldeia, à Casa Taylors. Agora, o preço indicativo será o mais caro de sempre pedido por uma garrafa de Vinho do Porto. Ou seja, quem quiser ter o privilégio de saborear um néctar do séc. XIX, produzido na região demarcada do Douro, terá de pagar 2500 (foram produzidas 1500 garrafas) por esta raridade da Casa Taylor’s.
Segundo a empresa, o “vinho pertencia a uma distinta família do Douro, que o mantinha como reserva privada, com a excepção de um casco que dizem ter sido adquirido por Winston Churchill”. Porém, em 2008, David Guimaraens, enólogo da Taylor’s, provou o vinho e reparou nas extraordinárias qualidades do precioso néctar. No ano seguinte, o único descendente directo da família morreu sem deixar filhos e os herdeiros decidiram vender o vinho.
O enólogo David Guimaraens definiu organolepticamente com "sabores a melaço, café torrado, denso e fim de boca interminável".
Fonte: A voz de Trás-os-Montes
e "A voz de Tráz-os-Montes" de 25 de Novembro, em papel
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"Fim de boca interminável"... Dá vontade de provar.
Se tivesse tempo, ia ali ao lado comprar uma garrafinha destas...
Vou, mas Volto!
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Os vinhedos da Presegueda, freguesia de Vilarinho dos Freires, deram origem a este fantástico Porto, contido em dois cascos, que mais tarde foi vendido por uma família, desta aldeia, à Casa Taylors. Agora, o preço indicativo será o mais caro de sempre pedido por uma garrafa de Vinho do Porto. Ou seja, quem quiser ter o privilégio de saborear um néctar do séc. XIX, produzido na região demarcada do Douro, terá de pagar 2500 (foram produzidas 1500 garrafas) por esta raridade da Casa Taylor’s.
Segundo a empresa, o “vinho pertencia a uma distinta família do Douro, que o mantinha como reserva privada, com a excepção de um casco que dizem ter sido adquirido por Winston Churchill”. Porém, em 2008, David Guimaraens, enólogo da Taylor’s, provou o vinho e reparou nas extraordinárias qualidades do precioso néctar. No ano seguinte, o único descendente directo da família morreu sem deixar filhos e os herdeiros decidiram vender o vinho.
O enólogo David Guimaraens definiu organolepticamente com "sabores a melaço, café torrado, denso e fim de boca interminável".
Fonte: A voz de Trás-os-Montes
e "A voz de Tráz-os-Montes" de 25 de Novembro, em papel
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"Fim de boca interminável"... Dá vontade de provar.
Se tivesse tempo, ia ali ao lado comprar uma garrafinha destas...
Vou, mas Volto!
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Ai os ais deste país!
Mário Viegas...único!
Grande actor e declamador português.
"Cantiga dos Ais", de Armindo Mendes Carvalho
"Os ais de todos os dias
Os ais de todas as noites
Ais do fado e do folclore
O ai do ó ai ó linda
Os ais que vêm do peito
Ai pobre dele coitado
Que tão cedo se finou
Os ais que vêm da alma
Ais d'amor e de comédia
Ai pobre da rapariga
Que se deixou enganar
Ai a dor daquela mãe
Os ais que vêm do sexo
Os ais do prazer na cama
Os ais da pobre senhora
Agarrada ao travesseiro
Ai que saudades saudades
Os ais tão cheios de luto
Da viúva inconsolável
Ai pobre daquele velhinho
Ai que saudades menina
Ai a velhice é tão triste
Os ais do rico e do pobre
Ai o espinho da rosa
Os ais do António Nobre
Ais do peito e da poesiae
Os ais doutras coisas mais
Ai a dor que tenho aqui
Ai o gajo também é
Ai a vida que tu levas
Ai tu não faças asneiras
Ai mulher, és o demónio
Ai que terrível tragédia
Ai a culpa é do António
Ai os ais de tanta gente
Ai que já é dia oito
Ai o que vai ser de nós
E os ais dos liriquistas
A chorar compreensão
Ai que vontade de rir
E os ais do D. Dinis
Ai Deus e o é
Triste de quem der um ai
Sem achar eco em ninguém
Os ais da vida e da morte
Ai os ais deste país!"
Vou, mas volto!
Grande actor e declamador português.
"Cantiga dos Ais", de Armindo Mendes Carvalho
"Os ais de todos os dias
Os ais de todas as noites
Ais do fado e do folclore
O ai do ó ai ó linda
Os ais que vêm do peito
Ai pobre dele coitado
Que tão cedo se finou
Os ais que vêm da alma
Ais d'amor e de comédia
Ai pobre da rapariga
Que se deixou enganar
Ai a dor daquela mãe
Os ais que vêm do sexo
Os ais do prazer na cama
Os ais da pobre senhora
Agarrada ao travesseiro
Ai que saudades saudades
Os ais tão cheios de luto
Da viúva inconsolável
Ai pobre daquele velhinho
Ai que saudades menina
Ai a velhice é tão triste
Os ais do rico e do pobre
Ai o espinho da rosa
Os ais do António Nobre
Ais do peito e da poesiae
Os ais doutras coisas mais
Ai a dor que tenho aqui
Ai o gajo também é
Ai a vida que tu levas
Ai tu não faças asneiras
Ai mulher, és o demónio
Ai que terrível tragédia
Ai a culpa é do António
Ai os ais de tanta gente
Ai que já é dia oito
Ai o que vai ser de nós
E os ais dos liriquistas
A chorar compreensão
Ai que vontade de rir
E os ais do D. Dinis
Ai Deus e o é
Triste de quem der um ai
Sem achar eco em ninguém
Os ais da vida e da morte
Ai os ais deste país!"
Vou, mas volto!
Etiquetas:
Cultura,
Humor,
Livros/Leitura,
Poesia,
Teatro
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Agora sim, sinto-me em segurança
É preciso encontrar o responsável por marcar a cimeira da NATO tão cedo.
Foi uma irresponsabilidade não se ter mostrado o novíssimo brinquedo da PSP. Sim, brinquedo, porque não consigo perceber muito bem qual a mais valia desta compra.
Alguém me conseguirá explicar?
Vejam AQUI do que estou a escrever.
E os smiles, qual é a ideia? Rirem-se de toda a incompetência de governantes? Ou será a para se rirem de todos os contribuintes?
Vou, mas volto!
Foi uma irresponsabilidade não se ter mostrado o novíssimo brinquedo da PSP. Sim, brinquedo, porque não consigo perceber muito bem qual a mais valia desta compra.
Alguém me conseguirá explicar?
Vejam AQUI do que estou a escrever.
E os smiles, qual é a ideia? Rirem-se de toda a incompetência de governantes? Ou será a para se rirem de todos os contribuintes?
Vou, mas volto!
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Tecnologia #05 - iPhone a dar música
A banda nova-iorquina Atomic Tom não precisa de instrumentos musicais para fazer música...
Vou, mas volto!
Vou, mas volto!
Será isto ser político?
Recebi um interessante e-mail sobre políticos e política.
Eu pergunto, será isto ser político?
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ANTES DE TOMAR POSSE:
O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE:
Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA.
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Vou, mas volto!
Eu pergunto, será isto ser político?
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ANTES DE TOMAR POSSE:
O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE:
Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA.
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Vou, mas volto!
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