Músicas em inglês que parece português...
Estas música nunca mais vão soar da mesma forma.
Vou, mas volto!
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia
Evitem ver televisão por uns dias...as notícias cada vez são piores.
Deixo aqui uma boa proposta. Refiro-me ao 16º Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia.
Como em anos anteriores, lá estarei...
Vou, mas Volto!
Deixo aqui uma boa proposta. Refiro-me ao 16º Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia.
Como em anos anteriores, lá estarei...
Vou, mas Volto!
terça-feira, 28 de setembro de 2010
[7] Grande Banda, Grande Música: Arcade Fire "Neighborhood #1"
Os canadianos Arcade Fire são uma banda relativamente nova, formados apenas em 2003, mas já com uma forte presença no panorama musical.
Pode-se denominar o estilo musical dos Arcade Fire como Rock Alternativo. Têm um som bastante original e ao vivo são fantásticos. Tive oportunidade de os ver em 2005, ainda mal eram conhecidos, no festival de Paredes de Coura. Nesse mesmo festival deixaram todos os presentes de boca aberta. Foram, sem dúvida, a banda revelação desse festival, com um concerto memorável.
Neste momento, têm 3 álbuns editados.
Funeral (2004)
Neon Bible (2007)
The Suburbs (2010)
Fica ainda a curiosidade que o segundo álbum foi gravado numa igreja, comprada pela própria banda, para obterem uma melhor acústica. Um dos temas desse álbum (Neon Bible) foi gravado num elevador (encontrem o vídeo no youtube). Interessante!
Mas o tema que aqui deixo é o "Neighborhood #1" do primeiro álbum.
Neighborhood #1
And if the snow buries my...
My neighborhood
And if my parents are crying,
Then I'll dig a tunnel from my window to yours
Yeah, a tunnel from my window to yours
You climb out the chinmey
And meet me in the middle
The middle of the town
And since there's no one else around,
We let our hair grow long and forget all we used to know
Then our skin gets thicker from living out in the snow
You change all the lead sleeping in my head
As the day grows dim, I hear you sing a golden hymn...
Then, we tried to name our babies
But we forgot all the names that,
The names we used to know
But sometimes,
We remember our bedrooms and our parent's bedrooms and the bedrooms of our friends
Then we think of our parents...
Well, whatever happened to them?!
You change all the lead sleeping in my head to gold
As the day grows dim, I hear you sing a golden hymn
It's the song I've been trying to sing...
Purify the colors, purify my mind
Purify the colors, purify my mind
And spread the ashes of the colors over this heart of mine!
do álbum "Funeral" (2004)
Pode-se denominar o estilo musical dos Arcade Fire como Rock Alternativo. Têm um som bastante original e ao vivo são fantásticos. Tive oportunidade de os ver em 2005, ainda mal eram conhecidos, no festival de Paredes de Coura. Nesse mesmo festival deixaram todos os presentes de boca aberta. Foram, sem dúvida, a banda revelação desse festival, com um concerto memorável.
Neste momento, têm 3 álbuns editados.
Funeral (2004)
Neon Bible (2007)
The Suburbs (2010)
Fica ainda a curiosidade que o segundo álbum foi gravado numa igreja, comprada pela própria banda, para obterem uma melhor acústica. Um dos temas desse álbum (Neon Bible) foi gravado num elevador (encontrem o vídeo no youtube). Interessante!
Mas o tema que aqui deixo é o "Neighborhood #1" do primeiro álbum.
Neighborhood #1
And if the snow buries my...
My neighborhood
And if my parents are crying,
Then I'll dig a tunnel from my window to yours
Yeah, a tunnel from my window to yours
You climb out the chinmey
And meet me in the middle
The middle of the town
And since there's no one else around,
We let our hair grow long and forget all we used to know
Then our skin gets thicker from living out in the snow
You change all the lead sleeping in my head
As the day grows dim, I hear you sing a golden hymn...
Then, we tried to name our babies
But we forgot all the names that,
The names we used to know
But sometimes,
We remember our bedrooms and our parent's bedrooms and the bedrooms of our friends
Then we think of our parents...
Well, whatever happened to them?!
You change all the lead sleeping in my head to gold
As the day grows dim, I hear you sing a golden hymn
It's the song I've been trying to sing...
Purify the colors, purify my mind
Purify the colors, purify my mind
And spread the ashes of the colors over this heart of mine!
do álbum "Funeral" (2004)
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Tecnologia #04 - Guarda-chuva mãos livres
Será que tem pernas para andar?
Já podem dar uns passeios de bicicleta no inverso...
Vou, mas volto!
Já podem dar uns passeios de bicicleta no inverso...
Vou, mas volto!
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Mercedes SLS AMG...Lindo!
Só não o compro porque não consigo abrir as portas na garagem...
O carro é, indiscutivelmente, brutal, lindo!
O carro é, indiscutivelmente, brutal, lindo!
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Vindimas no Douro 2010
Estamos na época das vindimas. Mais uma vez tive a oportunidade e o prazer de fazer parte desta actividade, na região do Douro.
Num ambiente entre família e com uma paisagem simplesmente fantástica, começamos por vindimar alguns cestos de uvas, sempre regados com muita cerveja para animar a malta.
A meio da manhã tivemos o chamado pequeno almoço (!?!) das vindimas. Nada mais nada menos que bifanas, queijos e cerveja. Muito bom...
Continuamos com a vindima até há hora do almoço, sempre com alguma calma porque as coisas até estavam bastante adiantadas.
Almoço...excelente! Massa de feijão.
Como é normal, teria de ser um almoço com bastantes hidratos de carbono para repor as energias. Ainda existia algum trabalho durante a tarde.
Para acompanhar o prato tivemos o o não menos excelente vinho da região. De destacar que o vinho era da vindima do ano transacto, onde também tive o prazer de participar, vindimando e pisando uvas...
Para terminar a refeição, um vinho do porto de 1939 (segundo o especialista da casa...). Não podia ser melhor.
No início da tarde ainda tive a oportunidade de ver como se inicia o processo de realização do vinho rosé. Sempre a aprender...
Já mais tarde, com as uvas todas recolhidas da videira e já todas meias desfeitas no lagar, fomos todos dar continuidade ao trabalho, isto é, pisar as uvas. Foram aproximadamente duas horas no lagar, sempre com animação, dinamizada pelos mais extrovertidos.
No final da noite, mais um jantar típico das vindimas. Arroz de salpicão. Simplesmente divinal! Mais uma vez, acompanhado por excelente vinho.
E a animação continuou pela noite dentro, já bastante cansados...mas quem corre por gosto, não cansa.
Para o ano há mais, assim o espero.
Se gostam do campo, das vindimas e de vinho, experimentem!
Vou, mas volto!
Num ambiente entre família e com uma paisagem simplesmente fantástica, começamos por vindimar alguns cestos de uvas, sempre regados com muita cerveja para animar a malta.
A meio da manhã tivemos o chamado pequeno almoço (!?!) das vindimas. Nada mais nada menos que bifanas, queijos e cerveja. Muito bom...
Continuamos com a vindima até há hora do almoço, sempre com alguma calma porque as coisas até estavam bastante adiantadas.
Almoço...excelente! Massa de feijão.
Como é normal, teria de ser um almoço com bastantes hidratos de carbono para repor as energias. Ainda existia algum trabalho durante a tarde.
Para acompanhar o prato tivemos o o não menos excelente vinho da região. De destacar que o vinho era da vindima do ano transacto, onde também tive o prazer de participar, vindimando e pisando uvas...
Para terminar a refeição, um vinho do porto de 1939 (segundo o especialista da casa...). Não podia ser melhor.
No início da tarde ainda tive a oportunidade de ver como se inicia o processo de realização do vinho rosé. Sempre a aprender...
Já mais tarde, com as uvas todas recolhidas da videira e já todas meias desfeitas no lagar, fomos todos dar continuidade ao trabalho, isto é, pisar as uvas. Foram aproximadamente duas horas no lagar, sempre com animação, dinamizada pelos mais extrovertidos.
No final da noite, mais um jantar típico das vindimas. Arroz de salpicão. Simplesmente divinal! Mais uma vez, acompanhado por excelente vinho.
E a animação continuou pela noite dentro, já bastante cansados...mas quem corre por gosto, não cansa.
Para o ano há mais, assim o espero.
Se gostam do campo, das vindimas e de vinho, experimentem!
Vou, mas volto!
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Animação Versus
Descobri uma série de animações denominadas “Versus” feitas por um grupo russo chamado Xpyc Team.
Existem sempre duas personagens em confronto. Melhor do que explicar, é ver. Deixo aqui 4 vídeos mas encontram muitos mais...explorem.
Vou, Mas volto!
Existem sempre duas personagens em confronto. Melhor do que explicar, é ver. Deixo aqui 4 vídeos mas encontram muitos mais...explorem.
Vou, Mas volto!
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Ir ao Minho
Aqui ficam algumas boas propostas para viajar...cá dentro.
Vou, mas volto!
Vou, mas volto!
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domingo, 5 de setembro de 2010
E assim vai o futebol...
Alguns apontamentos do arranque da temporada futebolística...
A direcção do Sporting não hesitou e contratou um guarda redes (Timo Hildebrand) e um médio atacante (Tales de Souza) que tem nada mais nada menos do que 1,68m!!! (O homem até pode ser grande jogador, mas é mais um pinheirinho...)
Faz sentido...é a gestão do Sporting...
Esqueceu-se rapidamente como o FCP jogou na final da taça da liga...lembram-se?
Foi preciso o Jesualdo sair do FCP para dizer «Perdemos a liga porque não fomos competentes»...
Aqui fica o post que o Pedro Ribeiro deixou no seu blogue (Dias Úteis). Diz tudo...
O processo Carlos Queiroz mostra que, mais de 20 anos depois de Saltillo, os bastidores do futebol português continuam sombrios, cheios de esquemas, sem muita gente competente, com coragem e sentido de responsabilidade. A mesma Federação que classificou como positiva a participação no Mundial, movimenta agora na sombra mas dando nas vistas, para conseguir correr com o seleccionador.
Não há dignidade nenhuma: é só chamar o homem, fazer as contas e seguir em frente. Muito obrigado, mas não contamos mais consigo, temos outra ideia, é o futebol, tome lá o cheque.
Em vez disto é esta pouca vergonha. Se eu fosse jogador, se calhar também diria nesta altura, não contem comigo. Tudo é mau: a Federação, o seleccionador, as associações, o presidente da Federação, o infeliz secretário de estado do Desporto. Tudo é lamentável.
Só as quinas estão inocentes, neste lamaçal embaraçoso.
Vou, mas volto!!!
BENFICA
O que ontem foi, hoje não é...mas amanhã vai ser e depois também... (acho eu!!!)SPORTING
O treinador, antes do fecho das contratações disse: "Falta um pinheiro com 1,90 metros", num pedido claro à sua direcção. Um atacante alto está a fazer falta ao Sporting.A direcção do Sporting não hesitou e contratou um guarda redes (Timo Hildebrand) e um médio atacante (Tales de Souza) que tem nada mais nada menos do que 1,68m!!! (O homem até pode ser grande jogador, mas é mais um pinheirinho...)
Faz sentido...é a gestão do Sporting...
PORTO
Começaram bem, jogam bem e estão em primeiro. Consequência: O Pinto da Costa começou a mandar os seus bitaites (só o faz quando estão lá em cima...). E começou por dizer "Ganhamos uma taça a uma equipa de caceteiros". Esqueceu-se rapidamente como o FCP jogou na final da taça da liga...lembram-se?
Foi preciso o Jesualdo sair do FCP para dizer «Perdemos a liga porque não fomos competentes»...
SELECÇÃO PORTUGAL
Aqui fica o post que o Pedro Ribeiro deixou no seu blogue (Dias Úteis). Diz tudo...
O processo Carlos Queiroz mostra que, mais de 20 anos depois de Saltillo, os bastidores do futebol português continuam sombrios, cheios de esquemas, sem muita gente competente, com coragem e sentido de responsabilidade. A mesma Federação que classificou como positiva a participação no Mundial, movimenta agora na sombra mas dando nas vistas, para conseguir correr com o seleccionador.
Não há dignidade nenhuma: é só chamar o homem, fazer as contas e seguir em frente. Muito obrigado, mas não contamos mais consigo, temos outra ideia, é o futebol, tome lá o cheque.
Em vez disto é esta pouca vergonha. Se eu fosse jogador, se calhar também diria nesta altura, não contem comigo. Tudo é mau: a Federação, o seleccionador, as associações, o presidente da Federação, o infeliz secretário de estado do Desporto. Tudo é lamentável.
Só as quinas estão inocentes, neste lamaçal embaraçoso.
Vou, mas volto!!!
O Divino Marquês...
Estava a reler umas letras de Mão Morta e surge-me a letra da música/conto "O Divino Marquês". Muito Bom. Aqui fica...
"Era uma vez, há muitos, muitos anos, um velho Marquês, a quem os seus pares chamavam divino, o Divino Marquês. Ora este Marquês, apesar de conhecido em todo reino pela violência com que afrontava a tirania moral do seu tempo, passeando um dia por Braga «a idólatra, o seu esplendor», ficou hospedado em casa da Sra. de Noronha e Vaz, uma burguesa beata e alcoviteira, mas para quem um Marquês, por mal afamado que fosse, oh oh... era sempre um Marquês!
"Era uma vez, há muitos, muitos anos, um velho Marquês, a quem os seus pares chamavam divino, o Divino Marquês. Ora este Marquês, apesar de conhecido em todo reino pela violência com que afrontava a tirania moral do seu tempo, passeando um dia por Braga «a idólatra, o seu esplendor», ficou hospedado em casa da Sra. de Noronha e Vaz, uma burguesa beata e alcoviteira, mas para quem um Marquês, por mal afamado que fosse, oh oh... era sempre um Marquês!
A Sra. de Noronha e Vaz tinha uma filha, bela e prendada donzela na candura das suas dezoito primaveras, entregue aos cuidados espirituais da madre superiora do Convento das Carmelitas, a quem confiara uma educação casta e temente a Deus. No entanto, iludindo a confiança em si depositada, a madre superiora, iniciada ainda noviça nos prazeres da carne pelo Divino Marquês, há muito que vinha incutindo em Clotilde, assim se chamava a menina de Noronha e Vaz, os desejos mais desbragados. Foi pois sem surpresa, e até com bastante satisfação, que quando correu a notícia da presença do Divino na cidade, acolheu as súplicas da sua educanda para que tão nobre personagem lhe fosse apresentado. Ciente de que tal não desagradaria ao Marquês e orgulhosa dos ensinamentos ministrados a Clotilde, a madre superiora tratou de, sem mais delongas, lhes aprontar um encontro.
Entretanto, a Sra. de Noronha e Vaz, jubilante por albergar em seus domínios tão ilustre membro da aristocracia, iniciara preparativos para uma grande festa em sua honra que, a pretexto de o apresentar à sociedade bracarense, se revelava a ocasião propícia para ela própria se mostrar influente e bem relacionada. E ademais, não menosprezando a fama que sempre o acompanhava, o evento até podia proporcionar excelentes deixas à sua carente alcovitice. Foi pois assim, envolta nestes pensamentos e disposta a nada perder, que, chegado o dia da grande festa, se armou de todos os cuidados para discretamente, enquanto simulava instruções a dar aos criados, observar o galante Marquês e a forma despudorada como as convidadas, das mais insuspeitas, descobriam em qualquer futilidade motivo para dele se aproximarem e entabularem conversa.
Como as horas fossem passando e do comportamento dos presentes não emanasse alteração significativa, a Sra. de Noronha e Vaz, desalentada com um enredo tão pouco substancial, deixou-se tomar por intensa modorra, o que levou os convivas a despedirem-se e o Marquês a recolher aos seus aposentos. Alarmada com o que provocara, achou por bem apresentar imediatas desculpas do sucedido ao seu hóspede e, com esse fito, dirigiu-se apressadamente à ala norte do palácio, onde o aposentara por ser a mais afastada das serventias e a que melhor preservava a integridade das suas libações nocturnas. Qual não foi, porém, o seu espanto, quando chegada à antecâmara do Marquês, que julgava só, lhe pareceu ouvir o que juraria serem vozes femininas. Disposta a esclarecer a singular ocorrência, aproximou-se cautelosamente da porta e, juntando um olho ao orifício da fechadura, espreitou para o interior do quarto, não conseguindo abafar, quase de seguida, um grito de espanto. É que esparramada no leito do Divino, quase irreconhecível sem o costumeiro hábito a compor-lhe a silhueta, entreviu a madre superiora, entregue a práticas muito pouco consentâneas com a sua condição de amparo espiritual da cristandade.
- Quem vem lá? - perguntou a inocente voz de Clotilde. A Sra. de Noronha e Vaz, ainda mal refeita do que acabara de observar, ao ouvir a voz da sua amantíssima filha, teve um estremecimento e, lívida de desespero, tombou para dentro do quarto.
- Olha, olha: é a senhora minha mãe! - exclamou, jocosa, Clotilde - Vem certamente juntar-se a nós e connosco partilhar as terrenas delícias que de si tão arredadas têm andado - acrescentou, preversa, para os seus companheiros de alcova.
- Clotilde! Minha filha! Não posso crer no que os olhos me mostram! - murmurou, em estado de choque, a Sra. de Noronha e Vaz - Dizei-me, dizei-me que não é verdade! Que tudo não passa de um mal entendido, de uma torpe ilusão do mafarrico!
- Senhora minha mãe: pretendeis negar a realidade, como aliás sempre negásteis a vida, mas não o consentirei. Olhai! Olhai bem o que faço com este belo sexo que tanto gozo me dá! Vêde! Vêde bem, para que estas imagens jamais vos abandonem a retina! - atalhou desafiadoramente Clotilde. E, dizendo isto, sentou-se sobre o Marquês que a esperava de mastro garbosamente desfraldado.
- Não, não é verdade! Não reconheço em vós a minha Clotilde, que tão castamente eduquei, balbuciou em pranto a Sra. de Noronha e Vaz e, virando-se para a madre superiora - É a vós! É a vós que eu devo esta afronta de ver a minha inocente filha transformada na viciosa mais ordinária! Mas vós... vós haveis de ma pagar!
- Senhora minha mãe! - interveio, do seu poleiro, Clotilde. Estou a ver que aqui viésteis para nos tentar causar aflição. Sabei, no entanto, que não o conseguireis. E de castigo, pela ameaça que acabais de proferir, irei em vós executar aquilo que, há momentos, o Divino me contou: vou cozer-vos o sexo!
- Não, não... que horror! Não é possível! Gerei um monstro! Um monstro! A minha própria filha! - gritou, em pânico, a Sra. de Noronha e Vaz.
- Agarrem-na! - ordenou Clotilde."
Letra de Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta)
Vou, mas volto!
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
O cartaz da polémica: Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura
É de forma incrédula que assisto à polémica relacionada com o cartaz de promoção à "Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura".
Antes de mais, este é o cartaz da polémica:
A Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) insurge-se contra a campanha publicitária de promoção de Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura. E porquê? Porque o cartaz mostra uma praia algarvia deserta em Agosto de 2012, por toda a gente se ter deslocado à cidade-berço do país.
Deixo aqui alguns apontamentos sobre este assunto.
1) Parece-se, no mínimo, uma reacção mesquinha e absurda, com muita falta de inteligência.
2) Todos sabemos que não é uma campanha destas que vai fazer com que as pessoas deixem de ir para o Algarve.
3) Esta associação algarvia não terá assuntos mais importantes em que se preocupar, de forma a dar melhores condições aos turistas que por lá passam? Por exemplo melhorar a segurança, a qualidade, os serviços, a promoção no estrangeiro, ...
3) Eu nunca fui muito apreciador de férias no Algarve, mas agora é que vou fazer mesmo questão de não as passar por lá (até porque existem locais com as mesmas condições ou melhores, bem mais baratos...nem que seja no nosso país vizinho).
4) A capital Europeia da Cultura é durante um ano...o sol e a praia é durante 3 meses.
5) Por outro lado, esta até foi uma forma bastante eficaz de promover o evento "Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura". Não me esquecerei certamente de aparecer por lá. Espero que façam o mesmo. Férias e lazer não é só sol e praia...
Vou, mas volto!!!
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